Discussão do filme
Meu Pai
 

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O filme nos coloca em contato muito íntimo, graças à belíssima atuação de Anthony Hopkins, com a senilidade e a obnubilação da realidade externa e a substituição por uma realidade interna corroída por dores, frustrações, medo, 
sentimento de abandono e, principalmente pelo terror da perda da identidade. A perda da referência do tempo não é negada e Anthony vive grudado ao seu relógio, seu companheiro "pra jornada". Ao final, envolto em muita emoção e desespero diante da própria situação, desabafa: "sinto que estou perdendo todas as minhas folhas".

 

 

27 DE JUNHO | 17h ÀS 18H30

 

ONLINE | PLATAFORMA ZOOM

 

VALOR: R$ 20

Coordenado por

Carolina Scoz e Cláudia Antonelli

Membros associados da SBPCamp 

Convidado

Hang-Ly Homem de Ikegami Rochel 

Médico psiquiatra e psicanalista, Membro efetivo  e analista didata da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Campinas (SBPCamp), Membro  Associado da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP).

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